Apresentação

Missão do Serviço

Preparar, preservar e conduzir as crianças à salvação, pela fé, em Cristo Jesus.

 

Sobre o serviço

É um serviço espiritual e humano que oferecemos a Deus enquanto transmitimos o encargo da Palavra de Deus as Crianças. E é de suma importância para garantir o futuro espiritual e integral de nossos filhos.

 

Sobre a salinha

É o ambiente físico e espiritual para receber as crianças e supri-las com o alimento espiritual. Isso precisa ser feito com muito carinho e no espírito. Tal ambiente precisa ser bem organizado e decorado de acordo com a idade média das crianças.

 

Sobre os professores

É importante que os que servem sempre orem pelo serviço e por cada criança, a oração por cada criança nos prepara para recebe-la com carinho e disposição para instruí-las. Por meio da oração colocamos diante do Senhor toda nossa ansiedade. Confiantes no Senhor cremos que toda a aula será um sucesso.

Planejar com cuidado e antecipadamente a aula do serviço de criança nos proporciona segurança e tranquilidade. É importante saber a idade de cada criança para adequá-la às atividades.

 

Sobre as turmas

Temos 06 turmas aos domingos e aos sábados as turmas são multi-seriadas, variando de 1 a 3 turmas, conforme a quantidade e idades das crianças.

As 06 turmas são:

Turma 01 – Berçário – Luz

Turma 02 – de 1 a 2 anos – Firmamento

Turma 03 – de 3 a 4 anos – Terra

Turma 04 – de 5 a 6 anos – Luzeiros

Turma 05 – de 7 a 8 anos – Animais

Turma 06 – de 9 a 10 anos – Homem

Turmas de Sábado – Descanso

 

Orientações Práticas

1. Em todas as aulas, separe um tempo para orar com as crianças e levá-las a orar; mesmo antes de ser regeneradas, elas podem e devem orar, assim como Cornélio orava antes de ouvir o evangelho e ser salvo com toda a sua casa (At 10:2).

2. Todos os professores devem falar de uma mesma maneira com a criança; o que um não permite, o outro deve manter; é bom que os professores tenham sempre comunhão e façam um combinado entre si, para que um não contradiga o outro.

3. Coloque limites saudáveis e possíveis de ser respeitados, tanto para as crianças como para os próprios professores; a ausência de limites provoca ansiedade, falta de controle e insegurança.

4. Prometa somente o que for capaz de cumprir e, se prometeu, não deixe de cumpri-lo.

5. Peça a criança que conte aos pais o que foi feito na classe.

6. Estimule a criança ao diálogo e saiba ouvi-la; isso ensinará o respeito mútuo.

7. Fale com a criança olhando nos olhos, sempre que possível; se for o caso, abaixe-se e coloque-se à altura dela.

8. Utilize os cinco passos para uma boa educação:

  • Não tenha pensamento pré-concebido.
  • Ouça a criança até o fim.
  • Olhe para a criança quando falar com ela.
  • Pense na melhor resposta para dar-lhe.
  • As suas atitudes e comportamento devem ser de acordo com o que quer ensinar.

7. Agradeça sempre que for ajudado e ensine a criança a fazer o mesmo.

8. Não exija da criança além do que ela consegue fazer.

9. Use frases claras quando solicitar algo ou explicar uma atividade.

10. Não faça a atividade pela criança; apenas ajude-a se organizar para fazê-la.

11. Quando a criança conseguir cumprir uma tarefa reforce sempre por meio de parabéns, mas não se esqueça de incentivar os que não conseguiram atingir o alvo.

12. Sempre que disser não, explique o motivo.

13. Quando uma criança maltratar a outra, não resolva isso com castigo, mas faça-a reconhecer onde errou e pedir perdão.

14. Quando houver brigas na sala, tente descobrir o responsável ou responsáveis; e a advertência deve ser somente para ele(s).

15. Uma criança sabe distinguir quando é corrigida com amor; você pode dizer: “Eu amo você, mas não gosto do que você fez”.

16. Sempre que fizer uma atividade ou brincadeira cujo prêmio for comida (bala, bombom, pirulito etc), tenha o suficiente para todos; quando usar outro objetivo como premiação (livros, canetas, lápis), aí, sim, você pode premiar apenas alguns ou os vencedores. Assim a criança saberá que nem sempre será vencedora.

17. A hora da atividade ou brincadeira deve ser organizada. Prepare com antecedência todo o material que utilizará. Lembre-se: “O que é feito de última hora não foi planejado. Sem planejamento, você corre o risco de não alcançar o objetivo”.

18. Ao final da aula, todos devem guardar o material que usaram e deixar a sala limpa para ser usada na próxima vez.

19. Para a criança, o mais importante não é saber na ponta da língua o que você ensinou, e, sim, saber pensar antes de responder, pois assim ela terá aprendido realmente.

20. Nunca compare as crianças nem suas atividades; cada uma tem identidade própria e ritmo próprio de aprendizado.

21. Incentive a criança a usar sempre os cinco itens da boa educação:

  • Com licença.
  • Por favor.
  • Obrigado.
  • Desculpe-me.
  • Bom Dia! Boa Tarde ou Boa Noite!

22. Informe-se sempre sobre o que aconteceu na aula anterior; assim você continuará o conteúdo. A criança sentirá segurança com isso.

23. Faça o seu planejamento de aulas com antecedência; isso lhe dará segurança.

24. Sempre chegue antes das crianças na sala. É muito importante deixar o ambiente preparado para elas, que se sentirão acolhidas. Gaste uns dez ou quinze minutos organizando cadeiras, mesa, os objetos de que você vai utilizar. Assim evitará agitação das crianças que vão chegando, correria de uma sala para outra em busca de objetos que faltam, móveis sendo arrastados pela sala.

25. Se for possível, evite juntar todas as crianças uma ao lado da outra, como numa grande mesa. Se há mesinhas suficientes, experimente sentá-las duas a duas, mantendo as mesas separadas entre si – isso diminui as distrações que uma gosta de provocar na outra e cria espaço na sala.

26. Recomende a mesma versão de Bíblia para todas as crianças, assim uniformizaremos a leitura e facilitaremos a explicação e entendimento. Se planejar a aula com as crianças dispostas de certa maneira na sala, não aceite que elas mudem isso (“Quero sentar com este; não quero sentar com aquele”), ou você não alcançará o objetivo nesse dia.

27. Ao planejar a aula, ler as passagens bíblicas, entrar no contexto e perceber a importância do que vai apresentar aos alunos, você certamente estará entusiasmado como o tema, com as atividades, com o objetivo da lição. E, se você estiver entusiasmado, certamente eles vão corresponder, e isso criará um bom clima de participação. Use o bom humor com bom senso.

28. O professor, ao falar, utiliza a voz, mas também se vale dos gestos, do olhar, da entonação. O conteúdo da sua fala é assimilado pelo intelecto e também pelas emoções do aluno. Assim, crie diferentes formas de atrair e manter a atenção da criança, faça gestos que acompanhem a fala, crie imagens na mente dela, olhe nos olhos da criança, mude a entonação da voz de acordo com o conteúdo do que fala etc.

29. Evite atitudes autoritárias na sala (gritos, caretas, gestos bruscos…) Se isso ocorrer, a aula vai se arrastar, você não verá a hora de ir embora, e, creia, as crianças também. Nem sempre o silêncio dos alunos significa atenção.

30. Verifique se tem tiques ao falar, ao andar pela sala e procure evita-los, para que as crianças não prestem mais atenção aos seus tiques do que ao conteúdo da aula. Não fique parado no mesmo lugar para falar com as crianças. Movimente-se pela sala olhando nos olhos delas. Assim, poderá perceber as reações das crianças, corresponder a um sorriso, trazer alguém “do espaço para a terra”. Cuide também da sua vestimenta, de maneira que você possa se movimentar livremente pela sala, abaixar-se, inclinar-se sobre alguma mesinha sem mudar o foco da atenção do aluno.

31. Acriança consegue falar ao mesmo tempo em que você ou todos falam. Portanto, não grite pela sala, tentando ganhar a concorrência; pelo contrário, nesses momentos quanto mais baixo você falar, mais terá a atenção delas. Também não fique invocando audivelmente o nome do Senhor nesses momentos como se isso fosse uma grande arma para acalmar o seu nervosismo ou o tumulto delas; elas podem ganhar a impressão equivocada de invocar o Senhor para fazer calar o outro. Invoque baixinho, respire fundo, mude a estratégia e passe para o próximo passo da lição. Se uma aula não foi boa, reavalie, anime-se e espere a próxima. Vale lembrar que nem todos os dias tudo dá certo. Certo sofrimento e alguns dissabores fazem parte do serviço.

32. Não “jogue” sobre o Senhor Jesus a sua responsabilidade de manter a ordem na sala; não diga: “Olhem que o Senhor Jesus não gosta de bagunça, hein?” “Vamos ficar quietos, senão o Senhor Jesus fica triste!” Esse é o temor equivocado que podemos criar na criança em relação ao Senhor Jesus. Devemos assumir que nós é que não gostamos de bagunça, nós é que ficamos aborrecidos com agitação na sala. Posicione-se quanto a isso. Mas não é possível ficar esperando silêncio de todos ao mesmo tempo para que o professor fique falando, de maneira monótona, sem expressão. Por isso, encare o problema diante do Senhor, dependa Dele e crie uma esfera participativa sob controle com as crianças. Dentro de si, elas só encontram sim; o não tem de vir de fora. Elas testam os limites delas e os seus. Mas a Bíblia e qualquer pesquisa séria nos garantem que a criança se sente segura com limites claramente estabelecidos. Na sala de aula, o controle, a supervisão da disciplina vem de uma autoridade externa, que não é da criança, nem dos paias dela, nem do irmão responsável, nem dos anjos – tem de vir do professor.

33. Ao dar a lição, seja cheio de vida e de Espírito e confie no poder da Palavra. Lembre-se de que, assim como descem a chuva e a neve dos céus e p ara lá não voltam, sem primeiro regar a terra, fecunda-la e fazer brotar, para dar semente e pão, assim será a palavra que sair da nossa boca: não voltará vazia (Is 55:10-11).

34. Deus nos confiou a cada um de nós o cuidado dessas crianças e conta conosco hoje para contar com elas amanhã. Que o Senhor nos agracie mais e mais com Suas bênçãos infinitas e amorosas.

35. Quando a criança completa 11 anos apresentamos esta criança para toda a igreja, numa reunião de partir do pão e repassamos para o serviço de adolescentes.

 

Sobre o aperfeiçoamento do Caráter das crianças

Como educadores, devemos zelar pela formação do caráter dos pequenos, para que sejam vasos úteis nas mãos do seu Possuidor (2 Tm 2:21). A utilidade de uma pessoa nas mãos de Deus está diretamente relacionada ao seu caráter. Com essa finalidade, cada lição deve abordar algum aspecto do caráter dos que estão sob nossos cuidados. Este item deve ser estudado com cuidado e o professor deve procurar a melhor maneira e hora de encaixá-lo na lição.

 

Programa de Premiação:

A cada seis meses premiamos as crianças que se destacaram com as maiores pontuações por sala. A pontuação é composta dos seguintes itens:

1) PONTUALIDADE (2,0)

2) FREQUENCIA (2,0)

3) APRESENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE CASA (2,0)

4) PARTICIPAÇÃO NA REUNIÃO (2,0)

5) COMPORTAMENTO (2,0)

6) PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NAS REUNIÕES DE PAIS. ESSA NOTA SERÁ DADA NO FINAL DO PERÍODO DE AVALIAÇÃO (10,00)

Clique no link abaixo e acesse a planilha de acompanhamento das pontuações e que serve também de lista de presença:

LISTA DE PRESENÇA E PROGRAMA DE PREMIAÇÃO PARA AS CRIANÇAS – 2015

 

Relatório do serviço por final de semana

Ao final de cada domingo, a coordenação do serviço no dia elabora um relatório expondo tudo que se passou no serviço.

RELATÓRIO DO SERVIÇO DE CRIANÇAS – POR FINAL DE SEMANA – 2015

 

Plano de Ação para 2015

Visando melhorar a gestão das atividades do serviço foi elaborado um plano de ação com as principais ações para 2015. Estas se desdobram em outras ações até que tudo seja executado e acompanhado.

Serviço de Crianças – Plano de Ação – 2015

 

Coordenação Geral

Radamés – radamesdantas@gmail.com – WhatsApp: 84 88344112

Edson – edsonegisele@bol.com.br

Wallace – wallacemota@yahoo.com.br

Eliane Dias – elianedays@hotmail.com

Eliene Basílio – elienebasilio94@gmail.com

 

Observação:

  1. O site está em constante atualização. Acesse frequentemente para ter acesso aos conteúdos acrescentados.